O site da revista The Economist passou por uma reformulação gráfica. Os três objetivos pretendidos com a mudança – tornar a página mais simples, mais profunda e mais bem aproveitada pelos leitores – parecem ter sido alcançados. Mas não há nada além disso. As mudanças se limitam ao aspecto visual, e não há nenhum flerte sequer com ferramentas mais dinâmicas – a tal da Web 2.0.
A The Economist está para as revistas assim como o The New York Times está para os jornais. Isso é verdade no papel, mas não na web, onde o Times está a anos-luz da revista britânica.
